{"id":4438,"date":"2025-07-09T15:32:12","date_gmt":"2025-07-09T18:32:12","guid":{"rendered":"https:\/\/abbabrasil.org.br\/?p=4438"},"modified":"2025-07-09T15:32:13","modified_gmt":"2025-07-09T18:32:13","slug":"lidando-com-os-traumas-na-vida-adulta","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/abbabrasil.org.br\/en\/blog\/lidando-com-os-traumas-na-vida-adulta\/","title":{"rendered":"Lidando com os traumas na vida adulta"},"content":{"rendered":"<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Introdu\u00e7\u00e3o&nbsp;<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Considerando o f\u00e1cil acesso \u00e0 informa\u00e7\u00e3o que nossa sociedade tem nos dias&nbsp; atuais e o crescente interesse em tem\u00e1ticas no \u00e2mbito da sa\u00fade mental, \u00e9&nbsp; poss\u00edvel que voc\u00ea j\u00e1 tenha ouvido falar sobre trauma. Muito provavelmente voc\u00ea&nbsp; at\u00e9 tenha usado essa palavra referindo-se a um evento espec\u00edfico, desejando&nbsp; expressar o n\u00edvel de impacto que algo ou algu\u00e9m lhe causou.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Temas relacionados \u00e0 sa\u00fade mental t\u00eam ganhado maior visibilidade,&nbsp; principalmente atrav\u00e9s das redes sociais, com influenciadores(as) abordando&nbsp; essas tem\u00e1ticas, inclusive expondo suas pr\u00f3prias experi\u00eancias de vida e&nbsp; colocando assuntos como depress\u00e3o, ansiedade, p\u00e2nico ou trauma em&nbsp; discuss\u00e3o. (Marques, 2020).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Acredito que ao deparar-se com essa exposi\u00e7\u00e3o, possivelmente em algum&nbsp; momento voc\u00ea tenha se identificado. Palavras, comportamentos e sintomas&nbsp; ecoaram dentro de voc\u00ea, com uma express\u00e3o aproximada de: \u201cNossa eu passo&nbsp; por isso tamb\u00e9m\u201d ou \u201c\u00c9 exatamente assim que me sinto\u201d e ainda: \u201cEu j\u00e1 vivi a&nbsp; mesma coisa\u201d.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Diante desse cen\u00e1rio, quero convidar o leitor a um n\u00edvel mais profundo de compreens\u00e3o sobre o trauma, abordando aspectos de sua origem, seu impacto&nbsp; nas emo\u00e7\u00f5es, na identidade e na vida social e sugerir ferramentas auxiliares&nbsp; para lidar com essa condi\u00e7\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O objetivo \u00e9 promover um melhor conhecimento do tema, oferecendo&nbsp; informa\u00e7\u00e3o assertiva que contribua para mais sa\u00fade em sua vida e seus&nbsp; relacionamentos.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>O que \u00e9 trauma?&nbsp;<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Vamos a um pouco de defini\u00e7\u00e3o. Trauma \u00e9 uma palavra de origem grega: Do grego <em>tra\u00fbma<\/em>, <em>traumatos<\/em>, <em>traumatism\u00f3s<\/em>, que significa \u201cferida\u201d, \u201cdano\u201d ou&nbsp; \u201cavaria\u201d. (<em>Dicion\u00e1rio Etimol\u00f3gico: etimologia e origem das palavras. <\/em>2008 - 2025 7Graus.).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Essa palavra come\u00e7ou primariamente a ser utilizada no contexto medicinal&nbsp; tratando-se de les\u00f5es ou fraturas geradas por um agente externo. (<em>Merriam Webster<\/em>).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Com o tempo a palavra passou a fazer parte do contexto psicol\u00f3gico, sendo&nbsp; utilizada para descrever as respostas emocionais desencadeadas a partir de&nbsp; eventos e situa\u00e7\u00f5es adversas que interferem na estrutura ps\u00edquica e na&nbsp; constru\u00e7\u00e3o da identidade de determinado sujeito. (Freud, 1920\/2011).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Compreende-se que o ser humano possui uma base psicoemocional que&nbsp; sustenta sua identidade. Essa por sua vez, torna-se a express\u00e3o do sujeito no&nbsp; mundo, moldando suas cren\u00e7as, formando suas convic\u00e7\u00f5es e regulando seus&nbsp; v\u00ednculos. A compreens\u00e3o de si mesmo impacta diretamente a tomada de&nbsp; decis\u00f5es e norteia as escolhas que fazemos. (Beck, 1997).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Quando falamos em trauma, geralmente pensamos em experi\u00eancias intensas&nbsp; como abuso f\u00edsico, psicol\u00f3gico ou sexual; assaltos, sequestros, viol\u00eancias,&nbsp; acidentes ou desastres naturais.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>De fato, esses eventos t\u00eam grande potencial traum\u00e1tico, uma vez que&nbsp; provocam extremo estresse e desorganiza\u00e7\u00e3o emocional. (American Psychiatric&nbsp; Association, 2014).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Por\u00e9m existem circunst\u00e2ncias mais frequentes na vida cotidiana com&nbsp; potencial de interferir na constru\u00e7\u00e3o da identidade e comprometer a constitui\u00e7\u00e3o&nbsp; ps\u00edquica, especialmente quando ocorrem na inf\u00e2ncia, fase crucial em que os&nbsp; alicerces da personalidade e da organiza\u00e7\u00e3o interna do self est\u00e3o em forma\u00e7\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>(Neimeyer, 2006).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Sendo assim, considera-se trauma psicol\u00f3gico qualquer situa\u00e7\u00e3o, evento ou&nbsp; experi\u00eancia que crie uma \u201cfratura\u201d ou \u201cferida\u201d na estrutura emocional subjetiva de&nbsp; algu\u00e9m, gerando marcas profundas que poder\u00e3o ser incorporadas \u00e0 sua&nbsp; organiza\u00e7\u00e3o interna e manifestadas ao longo da vida adulta.<\/p>\n\n\n\n<p>Essas marcas manifestam-se, por exemplo, em v\u00ednculos fragilizados, na&nbsp; inseguran\u00e7a diante de desafios da vida ou no controle excessivo como&nbsp; mecanismo de autoprote\u00e7\u00e3o, prevenindo-se de experimentar o trauma&nbsp; novamente. (Bowlby, 1982).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Casas antigas e pr\u00e9dios novos&nbsp;<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Imagine uma bela casa, antiga, onde uma fam\u00edlia viveu por muitos anos e&nbsp; construiu muitas mem\u00f3rias.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Agora imagine que essa casa est\u00e1 localizada em um bairro movimentado e&nbsp; em ascens\u00e3o comercial.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Um empres\u00e1rio famoso que tem constru\u00eddo um verdadeiro imp\u00e9rio na regi\u00e3o,&nbsp; est\u00e1 de olho nessa casa e ap\u00f3s v\u00e1rias tentativas finalmente deu o lance certo e&nbsp; conseguiu efetivar a compra. Seus planos n\u00e3o s\u00e3o de fins residenciais, mas de&nbsp; construir um pr\u00e9dio empresarial.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O que voc\u00ea acha que ele far\u00e1 primeiro com a casa? Construir\u00e1 o pr\u00e9dio sobre&nbsp; ela? Com certeza n\u00e3o. A casa n\u00e3o suportaria tal estrutura. O passo seguinte seria demoli-la.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Com o terreno vazio agora sim, ele construir\u00e1 o pr\u00e9dio nesse solo, correto? Tamb\u00e9m n\u00e3o! Antes que um novo edif\u00edcio seja constru\u00eddo, \u00e9 necess\u00e1rio avaliar o&nbsp; solo, fortalecer e desenvolver novos alicerces.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o estou falando sobre constru\u00e7\u00e3o \u00e0 toa. Em minha experi\u00eancia como&nbsp; psic\u00f3loga cl\u00ednica venho usando essa met\u00e1fora para exemplificar o processo de&nbsp; tratamento em psicoterapia, pois no contexto da pr\u00e1tica cl\u00ednica, observa-se&nbsp; comumente adultos vivendo emocionalmente apenas como se estivessem&nbsp; reagindo a seu passado, mesmo quando h\u00e1 diante deles novas experi\u00eancias.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Em nossas jornadas de vida, somos como essa casa: carregamos hist\u00f3rias,&nbsp; mem\u00f3rias emocionais e feridas que comp\u00f5em a estrutura subjetiva formada&nbsp; desde a inf\u00e2ncia.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Muitos desejam se tornar pr\u00e9dios s\u00f3lidos e elevados \u2013 pessoas&nbsp; emocionalmente saud\u00e1veis \u2013, por\u00e9m querem fazer isso em cima da casa, ou&nbsp; seja, sem antes avaliar suas bases.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Lidando com o trauma&nbsp;<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Na vida adulta o efeito dos traumas n\u00e3o elaborados manifesta-se sutilmente,&nbsp; por\u00e9m seu impacto \u00e9 persistente.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Algumas das express\u00f5es desse impacto aparecem em forma de medos&nbsp; irracionais ou fobias, controle excessivo, autoritarismo, agressividade,&nbsp; perfeccionismo limitante, compuls\u00f5es em geral ou dificuldade em se relacionar. \u00c9 importante destacar que esses padr\u00f5es n\u00e3o s\u00e3o intencionais e com frequ\u00eancia&nbsp; as pessoas que os vivenciam n\u00e3o os associam \u00e0s suas experi\u00eancias traum\u00e1ticas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Portanto compreendendo que os traumas podem estar enraizados em nossas&nbsp; hist\u00f3rias de vida, potencialmente funcionando como pano de fundo para&nbsp; decis\u00f5es, escolhas, desregulando emo\u00e7\u00f5es e interferindo nos relacionamentos,&nbsp; torna-se essencial iniciar um processo de ressignifica\u00e7\u00e3o. Esse processo passa&nbsp; por algumas etapas fundamentais para a constru\u00e7\u00e3o de um novo \u201cpr\u00e9dio\u201d emocional.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u27a2 <strong>Conscientiza\u00e7\u00e3o <\/strong><strong>&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Geralmente, quem procura por psicoterapia busca al\u00edvio do sofrimento&nbsp; emocional presente. De forma geral n\u00e3o sabe onde esse sofrimento come\u00e7ou ou suas ra\u00edzes.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Compreende-se que o comportamento humano \u00e9 resultante das convic\u00e7\u00f5es,&nbsp; que por sua vez s\u00e3o formadas mediante as cren\u00e7as. <em>Beck (1997) e Ellis (1955). <\/em>Cren\u00e7as s\u00e3o estruturas cognitivas constru\u00eddas mediante leitura subjetiva do&nbsp; indiv\u00edduo \u00e0s experi\u00eancias adquiridas, gerando como mencionado, suas&nbsp; convic\u00e7\u00f5es e sua vis\u00e3o de mundo.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Em psicoterapia ao tomar consci\u00eancia dessas cren\u00e7as e seus eventos&nbsp; correlacionados, o sujeito pode identificar pontos traum\u00e1ticos que influenciam&nbsp; sua forma de interpretar o mundo circundante. Esse passo abre caminho para o&nbsp; processo de ressignifica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>\u27a2 <strong>Exemplificando<\/strong><strong>&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Considere a seguinte hist\u00f3ria fict\u00edcia criada com apoio de intelig\u00eancia artificial:&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Aurora cresceu em um lar fortemente marcado por instabilidade emocional. Seu pai era autorit\u00e1rio e agressivo, e sua m\u00e3e, submissa e emocionalmente&nbsp; indispon\u00edvel. Desde cedo, Aurora aprendeu que expressar sentimentos era&nbsp; perigoso. Quando chorava, ouvia frases como:&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\"Engole esse choro!\"&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\"Voc\u00ea s\u00f3 quer chamar aten\u00e7\u00e3o!\"&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, Aurora foi responsabilizada por coisas que n\u00e3o estavam sob seu&nbsp; controle. Se o pai chegava irritado do trabalho, qualquer pequeno erro \u2014 um&nbsp; copo fora do lugar, um caderno esquecido na sala \u2014 podia desencadear uma&nbsp; explos\u00e3o. Muitas vezes, a m\u00e3e dizia coisas como:&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\"Voc\u00ea precisa se comportar melhor para que seu pai n\u00e3o fique nervoso.\"<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;Ela aprendeu a agradar, se esconder e temer desapontar.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Na vida adulta, tornou-se competente, mas extremamente perfeccionista e&nbsp; autocr\u00edtica.No trabalho, evitava liderar reuni\u00f5es ou expressar opini\u00f5es&nbsp; contr\u00e1rias, com medo de repres\u00e1lias.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Nos relacionamentos, se envolvia com parceiros controladores. Gentilezas&nbsp; geravam desconfian\u00e7a. Tinha dificuldade em dizer \u201cn\u00e3o\u201d e raramente se colocava&nbsp; em primeiro lugar, pois acreditava que, para ser amada, precisava se anular.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u27a2 <strong>Desconstru\u00e7\u00e3o&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Retomando nossa met\u00e1fora da casa, antes que algo novo seja empregado, \u00e9 necess\u00e1rio um processo de desconstru\u00e7\u00e3o. Isso implica em permitir-se revisar e&nbsp; transformar convic\u00e7\u00f5es que foram formadas sob o impacto do trauma, pois essas&nbsp; muitas vezes resultam em uma configura\u00e7\u00e3o ps\u00edquica disfuncional que tende a&nbsp; enredar a pessoa em uma s\u00e9rie de frustra\u00e7\u00f5es no contexto pessoal, social, f\u00edsico&nbsp; e at\u00e9 espiritual. (Silva &amp; Teixeira, 2020).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Em nossa hist\u00f3ria fict\u00edcia, Aurora a partir de suas experi\u00eancias, internalizou&nbsp; algumas cren\u00e7as disfuncionais, como:&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\"Meus sentimentos n\u00e3o importam.\"<\/p>\n\n\n\n<p>\"Se eu errar, serei punida ou rejeitada.\"&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\"Amor depende de eu agradar aos outros.\"&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Em ambiente terap\u00eautico e com o uso de t\u00e9cnicas apropriadas, Aurora permite-se iniciar um processo de desconstru\u00e7\u00e3o dessas ideias.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u27a2 <strong>Luto&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Compreende-se luto nesse contexto como o sentimento de perda ou&nbsp; aus\u00eancia, o sofrimento gerado a partir da mudan\u00e7a abrupta e n\u00e3o desejada. Segundo Freud (1917\/2011), o luto \u00e9 compreendido como processo ps\u00edquico relevante para a elabora\u00e7\u00e3o da aus\u00eancia de um objeto no qual foi transferido&nbsp; afeto.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Dessa forma, o sujeito que experimenta o in\u00edcio do processo de&nbsp; desconstru\u00e7\u00e3o na forma\u00e7\u00e3o de sua identidade emocional, vivencia a melancolia&nbsp; advinda da sensa\u00e7\u00e3o de perda \u2014 nesse caso, a perda de suas antigas convic\u00e7\u00f5es que, embora disfuncionais, ofereciam a ilus\u00e3o de seguran\u00e7a. (Bowlby,&nbsp; 1982).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u27a2 <strong>Elabora\u00e7\u00e3o\/ Ressignifica\u00e7\u00e3o<\/strong><strong>&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Passando por est\u00e1gios de conscientiza\u00e7\u00e3o, desconstru\u00e7\u00e3o e luto, torna-se&nbsp; poss\u00edvel ao sujeito elaborar seus traumas. Essa elabora\u00e7\u00e3o refere-se \u00e0 auto&nbsp; regula\u00e7\u00e3o, que proporciona ao sujeito uma perspectiva ampliada, veross\u00edmil,&nbsp; emp\u00e1tica e madura de sua hist\u00f3ria de vida. (Frankl, 2009). Dessa forma, percebe&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>se um sujeito \u00e9 capaz de ser interdependente em seu meio social, munido de&nbsp; ferramentas de apoio emocional que lhe permitem administrar suas emo\u00e7\u00f5es na&nbsp; vida cotidiana, n\u00e3o mais sendo ref\u00e9m de suas dores n\u00e3o elaboradas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Nas fases mais avan\u00e7adas do processo psicoterap\u00eautico, \u00e9 poss\u00edvel observar&nbsp; um sujeito emocionalmente mais maduro, capaz de recorrer a recursos como o&nbsp; estabelecimento de limites saud\u00e1veis em suas rela\u00e7\u00f5es, a autorregula\u00e7\u00e3o&nbsp; emocional e a constru\u00e7\u00e3o de v\u00ednculos afetivos mais equilibrados e seguros.&nbsp; Nesse est\u00e1gio, nota-se o fortalecimento da autoestima, que promove maior&nbsp; liberdade interna e autenticidade nas intera\u00e7\u00f5es sociais.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>CONCLUSION&nbsp;<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Ao final dessa jornada de compreens\u00e3o, entendemos que o trauma\u00a0 caracter\u00edstico como fratura emocional, uma vez n\u00e3o tratado continua a\u00a0 perpetuar-se gerando consequentemente mais feridas, deixando marcas nos\u00a0 pensamentos, comportamentos e relacionamentos. Sendo assim torna-se\u00a0fundamental conhecer o trauma em suas origens, impactos e manifesta\u00e7\u00f5es na\u00a0 vida adulta para a promo\u00e7\u00e3o da sa\u00fade psicossocial.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>Apesar de seu potencial de dor, entendemos que quando o sujeito se acolhe permitindo-se com coragem revisitar sua hist\u00f3ria inicia-se um processo de&nbsp; transforma\u00e7\u00e3o a partir da conscientiza\u00e7\u00e3o, da desconstru\u00e7\u00e3o de cren\u00e7as&nbsp; disfuncionais e da ressignifica\u00e7\u00e3o de experi\u00eancias, resultando em um indiv\u00edduo&nbsp; capaz de reconhecer seu valor, com uma auto estima equilibrada que contribui&nbsp; positivamente com seu meio atrav\u00e9s de v\u00ednculos saud\u00e1veis.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Portanto o sofrimento antes fruto de uma ferida aberta, agora vira uma cicatriz&nbsp; fonte de aprendizado.<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Introdu\u00e7\u00e3o&nbsp; Considerando o f\u00e1cil acesso \u00e0 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